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Fazenda São Luiz da Boa Sorte é cenário para trabalho de campo sobre século XIX

Data de publicação: Trabalho de Campo - fazenda São Luiz da Boa Sorte

Os estudantes do 8º ano realizaram trabalho de campo na fazenda São Luiz da Boa Sorte, localizada na cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro. As professoras de Ensino Religioso, Melissa Martins, e de História, Adriana Malaquias, que acompanharam as turmas, explicam que o trabalho teve o objetivo de observar as relações estabelecidas entre a sociedade brasileira do final do século XIX e a literatura do período representada no conto "O Alienista", do autor Machado de Assis.

A fazenda São Luiz da Boa Sorte, que é a união de duas importantes fazendas do ciclo áureo do café (São Luiz e Boa Sorte), foi o local escolhido para o trabalho de campo pois possui a história preservada do século XIX. "Os estudantes tiveram uma experiência com local e histórias reais. Apesar de já conhecerem por meio dos estudos, eles tiveram a oportunidade de constatar por meio da visita guiada a essa fazenda, que possui um museu da história do café", detalha Melissa.

Os alunos viram de perto a história preservada do século XIX, desde a casa do primeiro e único Barão da Serra Negra, Francisco José da Conceição, até as lembranças da visita de Dom Pedro II e da princesa Isabel, que ainda estão intactas no local. Segundo a educadora, as turmas também conheceram os maquinários da época, usados para a seleção do café.

Trabalho de Campo - fazenda São Luiz da Boa Sorte

A estudante Yasmin Paschoalim Oliveira conta que o trabalho de campo a fez compreender, mais detalhadamente, como era a vida no século XIX. "Os responsáveis pela visita guiada na fazenda nos explicaram sobre a história de cada local, como a senzala, a casa principal, os maquinários, a capela, entre outros. Além disso, algumas explicações da história foram feitas por meio de apresentações de teatro, o que facilitou o nosso entendimento", partilha Yasmin.

Trabalho de Campo - fazenda São Luiz da Boa Sorte

Criatividade em ação

Após a visita à fazenda São Luiz da Boa Sorte, os estudantes realizaram outra atividade relacionada ao trabalho de campo. Com muita criatividade, retratando a riqueza da cultura da época e seus costumes, as turmas criaram maquetes, utilizando palitos, caixas de papelão e massinha de modelar, sobre o conteúdo estudado e vivenciado. "Explorando as diversas linguagens, ampliamos as capacidades cognitivas dos estudantes. E, com a arte, pode-se obter grandes desenvolvimentos de tais capacidades", explica a professora Melissa.

Trabalho de Campo - fazenda São Luiz da Boa Sorte

O estudante Diogo Furtado Ulhôa comenta que além de aprender mais sobre o século XIX, o trabalho de campo e a confecção das maquetes contribuíram para incentivar a sua criatividade. "Estar na fazenda foi incrível. A impressão que tive é de estar vivendo naquela época. Depois, fomos retratando nas maquetes tudo que aprendemos, relembrando cada detalhe. Foi uma forma muito divertida de aprendizagem", finaliza.

Trabalho de Campo - fazenda São Luiz da Boa Sorte


* Publicado pela Assessoria de Mídia e Comunicação do Colégio dos Jesuítas

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